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Blog Panelinha Fit

O número de refeições diárias costuma ser uma dúvida para muitas pessoas: novas dietas parecem surgir a todo o momento e as informações sobre qual é a melhor para a saúde acabam divergindo. Porém, a maioria dos nutricionistas ainda concordam que o ideal é comer de três em três horas, o que resulta algo em torno de cinco e seis refeições por dia. 

 

 

De acordo com esses profissionais, não importa se você está querendo emagrecer, manter o peso ou mesmo engordar, essa média de refeições diárias é considerada a ideal. O que provavelmente irá mudar de acordo com o seu objetivo são os alimentos que deverão ser ingeridos. 
 
Por outro lado, algumas outras tendências têm surgido, como dietas de jejum intermitente e a recomendação de fazer apenas três refeições diárias. As duas rotinas alimentares também são indicadas por alguns nutricionistas.

 

Neste post, mostraremos quais os argumentos prós e contras cada uma das frequências de refeições mais adotadas e por que é importante entender seu corpo e rotina antes de optar por qualquer uma delas.


O que você precisa saber antes de escolher uma frequência para suas refeições diárias: 


5 a 6 refeições

 

Comer de três em três horas faz com que o corpo utilize energia para a digestão, o que pode levar à queima de calorias. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), não existem evidências científicas de que a alimentação seguindo esse intervalo de tempo acelere o metabolismo, porém, ao manter uma periodicidade ele fica constante e acaba regulando a fome.

 

Fazer as refeições diárias em intervalos menores de tempo evita ainda os picos de fome, momentos em que as pessoas acabam perdendo o controle e comendo alimentos muito calóricos. Por isso, este tipo de rotina alimentar é recomendável principalmente para quem tem uma relação de compulsão com a comida. 

 

Quem quer emagrecer pode se beneficiar com essa frequência de alimentação, já que o corpo armazena mais gordura ao ficar muitas horas sem comer para ter energia quando precisar. Ela também evita a perda de massa muscular, porque é provável que o organismo utilize reservas de proteínas para produzir energia em períodos de longos jejuns, o que pode acarretar na perda de musculatura.

 

 

Três refeições diárias

 

Alguns nutricionistas afirmam que ao conseguir perceber quando a fome é real, fazer três refeições por dia passa a ser a frequência que mais vai de acordo com o que o nosso corpo precisa diariamente. Ou seja, segundo essa linha, a maioria das pessoas sente necessidade de se alimentar a cada cinco horas. 

 

Além disso, fazer três grandes refeições seria o recomendável para o dia a dia de quem trabalha fora. Isso porque, com uma rotina repleta de tarefas, é difícil conseguir comer bem e dividir a alimentação em pequenas porções a cada três horas.  

 

Um estudo da Universidade de Tel Aviv, em Israel, apontou que essa rotina alimentar também pode fazer sentido para quem quer emagrecer. A pesquisa mostrou que adultos obesos e com diabetes tipo 2 perderam mais peso e melhoraram os níveis de glicose no sangue tomando café da manhã reforçado e fazendo só três refeições diárias. A comparação foi feita em relação a outros que se alimentaram seis vezes por dia. 

 

Jejum intermitente

 

Recentemente, dietas de jejum intermitente têm conquistado adeptos. Ganhou força no último ano o modelo de comer normalmente por um período de oito horas e fazer jejum durante 16 horas seguidas. Quem opta por essa frequência de alimentação costuma fazer as refeições diárias entre as 10h e 18h, então grande parte do tempo de jejum ocorre no horário em que a pessoa está dormindo. 

 

Um estudo da Universidade Johns Hopkins, dos Estados Unidos, indicou que essa rotina alimentar pode auxiliar na perda de peso de forma moderada, por ser mais fácil de seguir do que outras dietas mais restritivas. Porém, os autores indicam que são necessárias mais pesquisas para afirmar isso. 

 

Deve-se tomar cuidado porque o jejum durante muito tempo pode ocasionar tontura, dores de cabeça e falta de concentração. Idosos e indivíduos menores de 18 anos são ainda mais vulneráveis a esses efeitos colaterais. 


Saiba o que é melhor para o seu corpo

 

Não é possível afirmar categoricamente qual frequência de refeições diárias é a melhor. Isso dependerá muito de cada pessoa e de seus hábitos. Para alguns, comer de três em três horas os fará consumir mais frutas e cereais, por exemplo, enquanto outros acabarão se alimentando com besteiras por serem mais acessíveis. É importante conhecer o seu próprio corpo e suas necessidades. E antes de decidir por novas rotinas de alimentação, consulte um nutricionista. Ele é o profissional mais adequado para indicar a melhor dieta para você, de acordo com a sua rotina, saúde e objetivos. 

 

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