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5 dicas para começar sua alimentação saudável hoje

 

“Que o remédio seja teu alimento e que teu alimento seja teu remédio” já dizia Hipócrates, o pai da medicina. Desde aquela época, 460 A.C, já se sabia da importância da boa alimentação. Quem se alimenta bem consegue prevenir o surgimento de doenças, reforçar seu sistema imunológico,  tem mais facilidade para ter um peso saudável, mantém as boas funções de todo o organismo, além de garantir mais disposição, energia e produtividade nas atividades diárias.

 

Sabemos que existem vários fatores que podem atrapalhar o objetivo de um cardápio mais equilibrado, mas uma delas, com certeza,  é a grande oferta de produtos industrializados, ricos em gordura, açúcares, conservantes, corantes, entre outros. Associa-se a isso uma cultura que enobrece esse comportamento alimentar.  O resultado é um tipo de alimentação que provoca inúmeras doenças, sendo que boa parte delas estão na lista das que mais matam pessoas, a exemplo das cardiovasculares, hipertensão, diabetes, câncer, osteoporose e obesidade. 

 

Existe um ranking que elenca os 10 piores alimentos do mundo, que são os principais vilões do organismo. Essa lista foi elaborada pela nutricionista e médica canadense Michelle Schoffro Cook, da Sociedade Internacional de Medicina Ortomolecular. Segundo ela, devemos passar longe dos refrigerantes, do cachorro-quente, do bacon, dos salgadinhos de milho e batata industrializados, da batata-frita, da pizza, da rosquinha frita e, por fim, do sorvete. 

 

A alimentação saudável, que é capaz de prevenir e auxiliar na cura de doenças, precisa  ser rica em macronutrientes e micronutrientes, ter fibras, ingestão de muita água, além de precisar ter a quantidade adequada de calorias. 

 

A boa alimentação foi alvo de estudo do cientista Dan Buettner, que se aprofundou em saber o que comem as pessoas nas regiões do mundo com expectativa de vida alta. No livro, que batizou de As Zonas Azuis, o cientista verificou o hábito alimentar dessas pessoas e constatou que a maioria dos alimentos que comiam  vinham das plantas e que esses alimentos não eram processados. Para Buettner, apenas 20% da nossa longevidade média pode ser atribuída à genética, sendo  os 80% restantes  devidos ao estilo de vida e ao ambiente.

 

Diante de tudo isso, é imprescindível abandonar os maus hábitos alimentares e ter uma vida à base da alimentação saudável. Abaixo, elaboramos uma lista com cinco dicas essenciais para se ter uma alimentação equilibrada:

 

 

Alimentação saudável: 5 dicas de ouro

 

  • Tenha uma alimentação colorida e variada  

A base de uma alimentação saudável é composta, conforme já mencionamos, por micro e macronutrientes. Os macronutrientes são os carboidratos, as proteínas e os lipídios (gorduras). Os alimentos que contêm esses nutrientes são responsáveis por fornecer 90% do peso seco da dieta e 100% de sua energia. Já os micronutrientes, que são as vitaminas e os minerais, são os nutrientes responsáveis pela manutenção do organismo e precisam ser ingeridas diariamente em pequenas quantidades. O mais importante é que a alimentação seja muito variada e conte com todos os grupos alimentares. Há um infinidade de alimentos que podem ser consumidos sem se preocupar e a  pirâmide alimentar brasileira é uma referência do que deve ser baseada a nossa alimentação. Ela está separada por grupos, bem como a porção necessária que se deve ingerir em cada um deles. 

 

  • Ingira muita água

O corpo humano é composto 70% de água. O líquido é essencial para o corpo e é responsável por inúmeras atividades dele. Além de funcionar como uma solvente do organismo, possibilitando que reações químicas ocorram, é pela água que são transportados os nutrientes, moléculas e outras substâncias orgânicas. A água é a base para que processos biológicos como a digestão, a absorção e a excreção de substâncias ocorram. Também é indispensável para o bom funcionamento dos rins, intestino e sistema circulatório. 

 

  • Fuja de alimentos industrializados

A lógica é simples: quando você come alimentos naturais e monta um prato cheio de cores, você está, de fato, se alimentando. Agora, se no seu prato entram enlatados, embutidos e outros industrializados, a verdade é que você não está se nutrindo, apenas matando a fome.   Eles até podem ser mais práticos levando em conta a loucura que é a vida moderna, porém, é mito que sejam mais baratos. A sua saúde não pode custar essa praticidade. Os alimentos industrializados passam por vários processos que eliminam boa parte do seu valor nutricional. Além disso, recebem altas doses de sal, gordura e açúcar que, como já vimos, são responsáveis por muitas doenças. Além disso, esses alimentos contém muitos aditivos químicos como adoçantes, aromatizantes, corantes, emulsificantes e acidulantes que tem o objetivo de realçar o sabor do alimento e fazer com que dure por muito tempo. É muito veneno, então fuja!

 

  • Alimente-se com calma

Você sabia que quando o alimento que ingerimos alcança o estômago, essa informação leva cerca de 20 minutos para chegar ao cérebro? Por isso a importância de comer sem pressa e mastigar bem os alimentos. Quando nos alimentamos com pressa e não mastigamos bem,  isso sobrecarrega o estômago e também impede a melhor absorção dos nutrientes. A boa mastigação auxilia no processo digestivo e evita problemas como azia e má digestão. O ideal é que uma refeição dure ao menos 30 minutos e que se mastigue ao menos 30 vezes antes de engolir. Acredita-se que os mecanismos de regulação da fome passem a funcionar no seu auge 15 minutos após a primeira mordida. 
 

  • Fique de olho nas calorias 

As calorias são o combustível do corpo humano. São essenciais para que funcionem respiração, digestão, batimentos cardíaco e o crescimento dos cabelos e unha, por exemplo. Todos sabem que o excesso de calorias acarreta no aumento de peso e todos sabem também que o sobrepeso não é nada bom para a saúde. A quantidade de calorias necessárias para o funcionamento do corpo é muito variável e muda de indivíduo para indivíduo. Por isso, fique de olho e consulte um profissional para saber  a quantidade de calorias ideais para o seu biotipo. 

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